Dança inclusiva já é realidade em Ivoti

É possível trabalhar a inclusão através do balé? O Programa Lazer Unindo Gerações (PLUG), da SEMEC, prova que sim. A proposta de dança inclusiva é proporcionar a todos os participantes igualdade de condições para desenvolver seus potenciais e criar formas para que eles se sintam integrados.

Há três anos, a aluna Anelauren Rauber, de 9 anos, que é deficiente visual, ingressou na oficina de Balé, e, desde o início, as aulas foram adaptadas para sua necessidade. Mas foi para facilitar ainda mais a aprendizagem, que as professoras pensaram em alguns recursos didáticos para as aulas.

O Tapete Mágico de Posições foi o primeiro a ser confeccionados pela turma. Segundo a Professora da oficina de balé, Jauana Mendes, foram utilizados os próprios pés das bailarinas como molde. “Observamos que funcionou muito bem, não só para a Ane, mas para para todas as alunas, assim, passamos a aplicar nas outras turmas também”.

Este ano foi criado mais um tapete, dessa vez, para trabalhar as direções da sala e do palco. Com esse novo recurso, as alunas puderam compreender melhor os movimentos e entender como a colega aprende a dançar.

Para a Coordenadora do Núcleo de Apoio à Inclusão (NAI), Marisa Holler, isso só comprova que o Plug e as oficinas oferecidas são para todos, assim como as escolas do Município.

Segundo a Coordenadora do PLUG, Andréa Schneck, a inclusão tem mostrado que somos capazes de superar limites impostos. "As diferenças podem aproximar mais os sujeitos em suas relações", destacou.

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