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Turismo

Pórtico


Entregue em 2008, o pórtico é o cartão de visitas Número Um do município, visto que está localizado no principal acesso, próximo à BR-116. A obra ilustra o aspecto da cultura alemã que prevalece em muitos prédios e moradias da cidade. São dois pilares de 10 metros de altura e uma torre, com 15,98 metros de altura. Na torre, foi instalado um relógio de mármore, nas duas faces, e um galo com uma rosa dos ventos, característico das casas alemãs. Constituída com pedra de arenito especial e estrutura enxaimel (estrutura à vista), as telhas são confeccionadas no Canadá e utilizadas ainda hoje na Alemanha.


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Ponte do Imperador

Ponte do Imperador

Uma obra que liga o antigo e o novo. Para promover o escoamento da produção, possibilitando o desenvolvimento da região, foi construída a Ponte do Imperador, entre 1857 e 1864. Recebeu esse nome em homenagem a D. Pedro II. O Governo da Província e doadores da região destinaram contos de réis para essa obra. Classificada como estilo romano, a ponte possui 148 metros de comprimento e largura que varia de 7,7 a 14,2 metros. Construída em pedra grés empilhada e encaixada com uso de cimento apenas nas colunas que ficam dentro da água e três grandes arcos por onde passam as águas do Arroio Feitoria. Tornou-se patrimônio histórico nacional em 1986, quando foi tombada pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). Localiza-se a 1 km do Centro da cidade.


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Núcleo de Casas Enxaimel


A arquitetura histórica mais abrangente no município compõe-se das construções legítimas enxaimel, representadas por edificação com estrutura aparente de madeira – geralmente guajuvira e angico, fixadas através de encaixes e pregos de pau (tarugos). As vedações eram feitas em barro amassado, atirado com a mão na parede, ou alvenaria (pedra ou tijolos). O telhado era geralmente feito com pequenas tábuas arredondadas nas pontas. O maior aglomerado de casas na técnica construtiva enxaimel no Brasil, segundo levantamento e estudos da Fundação Nacional Pró-Memória, está na localidade da Feitoria Nova, em Ivoti. Ali, sete casas foram edificadas entre 1826 e 1950 e foram restauradas na década de 1990 e no ano de 2008, compondo espaços originais de habitação do início do século XIX. Na época de sua construção, as casas serviram como escola, funilaria e moradia. Hoje ninguém mais mora nelas; elas são preservadas apenas para visitação. Uma das casas abriga o Museu Municipal Cláudio Oscar Becker, onde estão objetos, documentos e imagens históricas, e outra guarda o acervo histórico do museu. Em outro prédio está a Casa do Artesão e noutro, os Departamentos de Cultura e de Turismo. Há também outras duas em estilo eclético do início do século XX e o Museu Municipal Pró-Memória. A Ponte do Imperador dá acesso ao núcleo, que é tombada pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A prefeitura promove ali três feiras a fim de explorar esse ambiente bucólico proporcionado pelas árvores de plátanos ali existentes (flor símbolo da Rota Romântica). Desde 2006, são realizadas a Feira do Mel, Rosca e Nata e a Feira das Flores. Em 2008, é realizada mensalmente a Feira Colonial.


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Museu Municipal Claudio Oscar Becker


O Museu Claudio Oscar Becker existe desde 1995 e visa a preservar, através de seu acervo, as memórias e histórias de Ivoti. Organizado dentro de uma das casas enxaimel, à beira do Arroio Feitoria, o museu integra a paisagem, formando um conjunto que remete ao fim do século XIX e início do século XX. No espaço, pode-se observar como era organizada a casa de uma família alemã. A decoração do quarto, da sala e da cozinha é feita com utensílios e móveis do início do século XX. Atende de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h30 e das 13h às 17h e nos sábados e domingos, das 9h às 17h.


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Casa Amarela


Um patrimônio da cultura e da história de Ivoti foi restaurado e entregue à população em 2008, também junto ao Núcleo da Feitoria Nova. Com recursos do Consulado Alemão, a Casa Amarela foi transformada no novo espaço cultural da cidade. O prédio, em estilo eclético, foi construído em 1907 e, em 2005, um incêndio destruiu parte da estrutura. Pertenceu à família Schneider. Integra a área de tombamento. Com 224 metros quadrados de área, a casa possui seis aposentos e serviu de entreposto comercial na década de 1940. Mais tarde, com a grande enchente da década de 1960, ocorreu um processo de abandono. É denominada assim devido à cor de suas paredes.


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Antiga Igreja Matriz


A Igreja de São Pedro Apóstolo, que hoje conhecemos como Antiga Igreja Matriz ou Igreja Velha foi construída a partir de 1869. Em novembro de 1924, a igreja incendiou. Conta-se que foi devido a alguns meninos que quiseram ir ver os ninhos dos pássaros no alto da torre à noite, sendo que levaram consigo um lampião. O fogo do lampião teria incendiado a palha dos ninhos, provocando o incêndio acidentalmente. Após esse incêndio somente a sacristia se salvou. Naquele mesmo ano, iniciou-se a reconstrução da igreja que, com as reformas feitas em 1944, tomou a forma atual. Em 1945 sua parte interna foi decorada. Em 1969, foi construída a igreja nova e a antiga igreja passou a ser usada como sala de reuniões, catequese e outras atividades. A última missa realizada nesta igreja foi em 1973, pois em 1970 foram concluídas as obras do novo templo. No ano de 1986, a igreja foi tombada como Patrimônio Histórico e Artístico Estadual, pelo IPHAE. No mesmo ano, novamente o fogo destruiu a igreja velha, que não mais foi reconstruída, suas janelas quebraram e seu telhado desabou. Não se sabe o que exatamente causou esse segundo incêndio. Em 2004, o telhado foi refeito, por meio de recursos do Ministério da Cultura.


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Colônia Japonesa


O Vale das Palmeiras é a localidade onde se instalaram os imigrantes japoneses, a partir de 2 de julho de 1966, ocupando uma área de 157 hectares. As primeiras famílias a chegar foram procedentes das colônias de Gravataí e Viamão. A Colônia Japonesa, como é mais conhecida, teve um papel importante no desenvolvimento de Ivoti, a partir da criação de uma cooperativa e da Associação Cultural e Esportiva Nipo-Brasileira, destacando-se na produção de uvas finas de mesa, caquis, bergamotas e kiwi. Atualmente, formam uma das maiores colônias do Estado, com cerca de 50 famílias. Desde 2008, sedia o projeto Óleos Essenciais, por meio do plantio de capim-cidró, lavanda e alecrim e a extração de óleos essenciais. Também é sede do Corpo de Bombeiros Voluntários, instalado desde 2010. Ali, ocorrem eventos como o Undo Kai (gincana esportiva) e o Enguei Kai (evento com apresentações culturais como o karaokê), além de jogos esportivos, como o softbol (semelhante ao baseball) e gatebol (semelhante ao cricket). Em 2010, ganha um memorial junto à antiga Escola Municipal Castelo Branco (desativada no ano de 2000), com a exposição de diferentes objetos e documentos e um jardim típico japonês.


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Praça das Flores


A integração, o lazer e a criação de um novo cartão postal da Cidade das Flores foi entregue à comunidade em 2007. A Praça das Flores está localizada na avenida Castro Alves, no bairro Concórdia e possui brinquedos para crianças, bancos para descanso, uma ponte para travessia do Arroio Prass, além de iluminação e paisagismo, além da criação de dois painéis: um mosaico em cerâmica e o outro a estilização de uma casa no estilo enxaimel, ambos criados pela artista plástica ivotiense Ariane Coelho.


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Praça do Skate


Inaugurada em outubro de 2008, a Praça de Skate e Lazer Geraldo José Fröhlich está localizada na avenida Castro Alves, no bairro Concórdia. O projeto de criação das pistas contou com a colaboração de especialistas na área e também de skatistas de Ivoti. A pista de skate garante a prática de duas modalidades, a mini-ramp e a street. Ela é composta por Mini-ramp (formato de “U”), 45º (rampa reta), Quarter transicionado (rampa curvada), Spine com fun box (formato de Pirâmide) e Fun box no chão (caixa de concreto). A área de lazer também recebeu melhorias na quadra, como brinquedos de madeira, uma quadra de areia na praça e uma pista de caminhada ao redor. Sendo totalmente cercada, a fim de garantir a segurança das crianças.


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Praça Emancipação


Localizada na avenida Presidente Lucena, no Centro, a Praça Emancipação foi inaugurada em 19 de outubro de 1986 pelo prefeito Arno Henrique Mueller, quando o município completava 22 anos de emancipação. Arborizada e florida, garante espaço para todos que desejam descansar ou mesmo se encontrar com os amigos. Desde 2005, passou a ser mais um local de identificação do título de Cidade das Flores, uma vez que recebeu painel do artista plástico Milton Schaeffer. A petúnia, flor-símbolo da cidade, está em destaque no local. Possui mesas de jogos, praça de brinquedos, bancos e banheiros e uma área total de 1.854 metros quadrados. Nos anos de 1920, a praça não existia, mas sim, um casarão de uma família que abrigava os doentes acometidos pelo tifo. Um médico vindo de São Leopoldo examinava os pacientes para, em casos graves, encaminhar ao Hospital Centenário, em São Leopoldo. É possível que esse abrigo tenha sido o primeiro hospital da cidade. Houve relato de que a casa foi incendiada e que, por algum tempo, foi ponto da Bom Jardim Calçados, loja de calçados.


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Praça Concórdia


Totalmente reformulada em 2004, a Praça Concórdia localiza-se na Avenida Presidente Lucena, no bairro Brasília, em frente a Sociedade de Canto Concórdia. É considerada a praça mais antiga de Ivoti, inaugurada em 1959 pelo prefeito de São Leopoldo e reformada em 1973. Possui amplo espaço arborizado, praça para recreação infantil e chafariz, constituindo assim um espaço de integração para a comunidade e visitantes. Em um dos pontos da praça, está registrada pintura do artista plástico Mai Bavoso. Também sedia a promoção Kerb in Ivoti, no mês de janeiro, desde o ano de 2005.


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Praça Neldo Holler


A Praça Neldo Holler foi construída em 1979 pelo prefeito Flavio Klein e assim foi denominada para homenagear o primeiro prefeito de Ivoti, Neldo Holler. Em 1990, foi remodelada pelo arquiteto e paisagista Roberto Burle Marx, sendo a única praça, no Rio Grande do Sul, cujo projeto foi criado pelo renomado profissional. O local destaca-se por seus brinquedos construídos em madeira, pelas mesas de jogos e pela vegetação abundante. Neste espaço acontece anualmente a Feira Municipal do Livro, desde 1982. Também conhecida como Praça da Harmonia, pour causa da Sociedade Harmonia localizada em frente.


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Mirante para uma vista panorâmica


Um belvedere possibilita vislumbrar uma paisagem marcante, em direção ao interior de Ivoti. A olho nu, o visitante aprecia as riquezas naturais do entorno. A partir de 2009, no entanto, é possível visualizar mais detalhes dessas paisagens por meio da instalação de uma luneta de observação terrestre fixa, semelhante às de Florianópolis e Rio de Janeiro Essa novidade foi oferecida aos visitantes acompanhada pela completa reformulação do espaço, por meio da criação de canteiros de flores e folhagens, bancos estilizados em flores, de madeira e ferro, nova iluminação e a completa reforma da escadaria de 176 degraus, que leva do Centro à Feitoria Nova e vice-versa. A luneta tem seu foco pré-ajustado na construção, evitando-se com isso a necessidade de regulagem pelo usuário, facilitando em muito a observação por pessoas de todas as idades, mesmo aquelas que não têm muita habilidade no manuseio do equipamento. Todas as lunetas podem girar no sentido vertical e horizontal. A obra foi construída na década de 1980.


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Sociedade Concórdia

A Sociedade Concórdia foi inaugurada em 1924 e deu nome ao bairro. Foi a primeira sociedade de canto fundada em Ivoti.


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Sociedade Harmonia

Sociedade Harmonia

Palco de grandes comemorações, como a Oktoberfest e a Porão Danceteria (criada em 1997), a Sociedade de Canto Harmonia sedia também o Baile da Terceira Idade a cada primeira segunda-feira do mês há mais de uma década. Foi fundada em 19 de fevereiro de 1920 com a denominação “Gesangverein Niegedach Bom Jardim” que, em português, significa “Sociedade de Canto Nunca Imaginamos Bom Jardim”. A sede foi concluída em 1932. O atual nome data do início da 2ª Guerra Mundial, quando os nomes em alemão foram substituídos. O coral teve seu auge nos anos de 1950 e 1960.


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Casa Holler

Casa Holler

Um casarão de grandes dimensões instalado na avenida Presidente Lucena chama a atenção de todos e também do pesquisador Günter Weimer, que o inclui no seu livro “Arquitetura Popular da Imigração Alemã”, lançado em 2005. Conta-se que, onde atualmente funciona uma barbearia (e num passado recente um estúdio fotográfico e uma loja de utilidades e brinquedos), existia uma pousada. O ponto alto, no entanto, foi quando funcionava um salão de baile (não há um período cronológico conhecido), em que famílias inteiras vinham se divertir. Denominado de Casa Holler, devido à propriedade da família.


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Entreposto e Casa do Mel


Formada e organizada pela Cooperativa de Apicultores de Ivoti (Cooapi), na Casa do Mel são produzidas 36 toneladas do produto por ano. Ao visitar esse espaço, é possível observar caixas com abelhas trabalhando, além de conhecer o funcionamento da certificação e envase do mel.


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Memorial da Colônia Japonesa


Inaugurado em 11 de novembro de 2010, com investimento da prefeitura de cerca de R$ 200 mil, em área de 914 metros quadrados, o Memorial da Colônia Japonesa celebra a história e a cultura das famílias que chegaram, entre os anos de 1966 e 1967, à localidade junto ao município de Ivoti. No local, é possível reconhecer o passado e as conquistas do grupo, bem como, conhecer aspectos da cultura, do esporte e da religião. O espaço fica na rua Sakura, 1353.


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